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CPT no plano de saúde: o detalhe que muitos descobrem tarde demais

Entenda o que é CPT no plano de saúde, como funciona a cobertura parcial temporária, quando ela se aplica, quais procedimentos podem ser afetados e o que a ANS permite em planos individuais, familiares e empresariais.

Você contrata um plano de saúde feliz da vida. Tudo certo. Cartão na mão. Aí, quando mais precisa, vem a surpresa: “esse procedimento está em CPT”. E pronto, a frustração aparece.

Se você nunca ouviu falar disso, calma. A gente vai explicar tudo aqui, de forma clara, prática e sem juridiquês. Porque ninguém merece descobrir algo tão importante só no hospital. 🤝

Hoje, entender CPT no plano de saúde é tão importante quanto olhar preço, rede credenciada e cobertura. E sim, isso vale para plano individual, familiar e plano de saúde empresarial também.

O que é CPT no plano de saúde e o que significa essa sigla

CPT significa Cobertura Parcial Temporária. Traduzindo para o português do dia a dia: é uma limitação temporária que o plano pode aplicar quando você entra já tendo uma doença ou condição preexistente.

Durante esse período, o plano continua existindo. Você pode usar consultas, exames, pronto atendimento. Mas alguns procedimentos caros ficam bloqueados.

Por que a CPT existe nos planos de saúde

Imagine alguém que já sabe que vai precisar de uma cirurgia cara. Se essa pessoa contrata o plano hoje e usa amanhã, o risco financeiro fica todo com a operadora.

A CPT existe para evitar isso. Ela permite que o plano aceite pessoas com histórico de saúde, mas cria um período de adaptação.

É como um seguro de carro: se você bateu ontem, não dá para contratar hoje e pedir indenização amanhã.

Em quais situações a CPT pode ser aplicada

A CPT só pode existir quando há uma Doença ou Lesão Preexistente (DLP). Ou seja: algo que você já sabia que tinha no momento da contratação. Alguns exemplos:

  • Problemas cardíacos;
  • Hérnia de disco;
  • Diabetes;
  • Doenças autoimunes;
  • Tumores;
  • Doenças ortopédicas crônicas.

Se a condição surgiu depois que o plano começou, não é CPT. É uma cobertura normal.

Quais procedimentos podem entrar em CPT

A CPT não bloqueia tudo. Ela só pode limitar:

  • Cirurgias;
  • Leitos de alta complexidade;
  • UTI;
  • Procedimentos de alta tecnologia.

Consultas, exames simples e atendimentos de rotina continuam funcionando normalmente.

Em outras palavras: você não fica sem plano, você só não pode usar os procedimentos mais caros ligados àquela condição específica.

CPT é legal segundo a ANS (Agência Nacional de Saúde Suplementar)

Sim. Totalmente legal. ✔️

A CPT está prevista nas regras da ANS (Agência Nacional de Saúde Suplementar), que é o órgão que regula os planos de saúde no Brasil.

Mas existe uma condição: a CPT só pode ser aplicada se a operadora provar que você sabia da doença ao contratar.

Qual a diferença entre CPT e carência

Muita gente confunde, mas a carência é o tempo de espera que todo mundo cumpre, mesmo quem é 100% saudável.

Já a CPT é específica para doenças que já existiam. Você pode estar sem carência e ainda estar sob CPT.

Quanto tempo dura a CPT no plano de saúde

O prazo máximo é 24 meses (2 anos), depois desse período, a cobertura vira completa, mesmo que a doença seja crônica.

Esse limite é definido pela ANS e não pode ser estendido.

CPT se aplica a plano individual, familiar e plano de saúde PJ

Sim, mas a diferença é que, em muitos planos empresariais, a CPT é eliminada nos seguintes casos:

  • Número mínimo de vidas;
  • Adesão em massa;
  • Contrato coletivo bem estruturado.

Plano de saúde empresarial também tem CPT

Pode ter, mas na prática muitos contratos PJ eliminam a CPT.

Isso acontece porque o risco é diluído em várias vidas. A operadora se protege de outra forma. Por isso, plano empresarial costuma ser:

  • Mais barato;
  • Com menos carência;
  • Com menos CPT.

Quem declara a doença ou condição preexistente

No momento da contratação, você preenche uma Declaração de Saúde. É ali que você informa se tem alguma condição conhecida.

Não é o plano que “adivinha”. Ele só pode usar o que você declarou.

O que acontece se o beneficiário não declarar uma doença preexistente

Aqui mora o perigo. 😰

Se você omitir uma doença conhecida e depois usar o plano para tratar aquilo, a operadora pode:

  • Negar cobertura;
  • Suspender o contrato;
  • Até rescindir o plano.

E ela pode investigar, solicitar laudos, prontuários, histórico médico. Ou seja: esconder não é uma boa ideia.

Como evitar surpresas com CPT ao contratar um plano de saúde

Aqui vai a dica:

  1. Preencha a declaração com calma;
  2. Peça cópia do que foi enviado;
  3. Pergunte claramente sobre CPT antes de assinar;
  4. Veja se existe alternativa sem CPT;
  5. Considere plano empresarial.

Em que casos a CPT pode ser reduzida ou eliminada

A CPT pode ser reduzida quando:

  • Há migração de plano;
  • Existe portabilidade de carências;
  • O contrato é coletivo;
  • A operadora oferece isenção.

Tudo depende da negociação e do modelo de contratação.

Vale a pena contratar um plano mesmo com CPT

Na maioria dos casos, sim 👍

Porque:

  • Você tem atendimento;
  • Você cobre outras doenças;
  • Você evita riscos maiores;
  • E o relógio da CPT começa a contar.

A CPT no plano de saúde não é vilã, ela só é mal explicada. Quando você entende como funciona, vira parte da estratégia, e não uma surpresa desagradável no pronto-socorro. 😉Se você quer contratar ou revisar seu plano, fale com quem joga do seu lado. Aqui você simula planos de saúde PJ e encontra a opção que cabe no seu bolso!

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